Quero agradecer a quem por aqui passou e me deixou uma palavra de alento e conforto, é bom muito bom saber que estão desse lado e me apoiam! Fico mesmo grata.
Ainda hoje só é 3f e estou com uma dor na barriga, com uma ansiedade louca que chegue sábado, por uma razão muito simples: vou a coimbra ver a minha sobrinha de surpresa. Provavelmente ( e por isso é que estou assim porque não sabemos ao certo) ela vai estar em casa dos meus pais porque costuma ir passar o dia de sábado com eles e eu sei ninguém prever, só os meus pais é que sabem, vou aparecer de surpresa para matar as saudades com a minha menina.
Meu Deus, tanto tempo sem a ver não nos vamos largar! :) tenho muitas saudades dela mas o dificil vai ser no fim quando ela tiver de ir para casa dos pais ela vai xorar baba e ranho porque quer ficar comigo. Ela disse-me ao telefone que quando eu fosse que queria vir comigo sem os pais saberem e só depois de estar na minha casa é que eu dizia aos pais que ela tinha vindo comigo.
Tadinha... Não sabe o que isso implicaria, que só por causa disso eu seria presa por rapto. Mas fascina-me toda esta ginástica cerebral que ela faz tudo por causa do nosso amor.
Ela sempre me viu como uma mãe e o que ela sente por mim é tão forte e tão bonito que me faz sentir mesmo como mãe dela! É uma princesa.
Só espero que o plano não saia gorado!
Quanto ao resto, bom já estou oficialmente de férias da escola, passei para o 12º ano e vocês não imaginam a minha alegria porque desde que me lembro fiquei retida sempre no 11º ano quando estava em ciências e sempre fiquei frustrada. Chegar, finalmente, ao 12º é uma vitória! Os exames a economia e geografia que são obrigatórios no 11º já estão feitos agora falta sair as notas mas sei que os meus não estão brilhantes porque com tanto problema estudei muito mal, não tive cabeça para muito. Mas não são importantes para me candidatar à universidade portanto não me preocupei em demasia. Agora é aproveitar as férias, descansar o quanto eu consiga, centrar-me no casamento e na minha saúde!
O tempo é um músculo como o coração,viver sem eles é vácuo... Exercite o seu tempo com coração e o coração com tempo!
26 de junho de 2012
25 de junho de 2012
Uma luzinha que me fez feliz
Fazendo as contas faltam 20 dias para me casar. O nervoso miudinho que eu julgava que nunca iria aparecer finalmente apareceu, devagarinho, mas apareceu! De maneira que agora conto os dias, vivo ansiosa pelo dia porque é o concretizar de um sonho mas será também mais uma mudança na minha vida. Sei que ele é o homem ideal para mim, que muito mais que paixão desmedida amo-o, devagarinho, qual sopro de uma brisa fresca de verão que consola nos dias quentes e insuportáveis. Nem sempre é fácil, é verdade! Vivermos com alguém tem o seu quê de aflitivo e às vezes de perturbador ainda para mais com o feitio que tenho: mania de me virar sozinha e não incluir nada nem ninguém nos meus problemas nem nas minhas crises existenciais, convicção de achar que consigo ultrapassar tudo sozinha sem ajuda de ninguém e que partilhar o meu sofrimento com alguém faz de mim uma pessoa mais frágil do que aquilo que quero fazer parecer. É errado, às vezes sim, sei que é porque afinal este homem quis e quer estar comigo para o resto da vida, aturou e suportou muita coisa e ainda hoje assim é porque não é fácil viver comigo. Mas as coisas encaixam-se, começam a fazer sentido demore o tempo que demorar e sinto que, afinal, não preciso de estar constantemente sozinha porque na verdade não estou.
No balanço destes 4 anos de namoro e a vivermos juntos com um filho aprendemos tanto, vivemos tanto e tivemos de crescer com muita dor porque, no fundo, começamos uma relação como dois miúdos e de repente veio logo um bebé e houve muita mudança junta que nos afastou e aproximou vezes sem conta. O amor, o carinho e o companheirismo falaram sempre mais alto do que as brigas e as desilusões. Porque o amor também é isto, errarmos juntos e aprendermos a perdoar! O balanço é positivo q.b.
Só espero que continue assim por muitos anos da nossa vida, se assim Deus quiser e nós deixarmos!
Ainda falta dar o passo mais importante da minha existência: amar-me e cuidar de mim. E isso passa por me alimentar como deve ser, perder peso por saúde e tornar-me mais saudável. E não o tenho feito... Tenho manipulado a minha vida toda, tenho sido tão branda comigo e continuo a descontar na comida toda a frustração e toda a dor que a vida vai-me proporcionando. A convicção de que tenho que mudar, urgentemente, está cá e... mexer-me? Não, tem sido mais fácil mergulhar na imundice das atitudes erradas e com isto vou engordando mais, vou-me matando mais aos poucos e vou-me frustrando pela vida fora... Deixei de culpar terceiros, de deitar as culpas nas atitudes dos outros, porque afinal a culpa é só minha! Sou eu que não mudo, sou eu que prefiro viver na inércia e mergulhar os meus problemas na comida, porque é mais fácil sobreviver do que lutar pela vida.
Parva.
Mas ainda assim não perdi a esperança de lutar por mim, de procurar o meu amor próprio e salvar-me!
E isto tudo agravou-se desde o momento em que tive de tomar uma decisão dificil à 2 meses, acerca da minha sobrinha, do amor da minha vida! Ter de fazer queixa a uma comissão de proteção de menores sabendo as consequencias que isso implica a nivel familiar e pessoal não foi fácil, mas fi-lo por amor a ela, fi-lo na certeza de a estar a proteger e a salvar de uma vida triste e revoltada como a minha. Já disse aqui antes (e se não disse digo agora) que não vou permitir que a minha menina, que ajudei a criar e a incutir bons valores, viva de uma maneira desnorteada, como eu vivi, que se sinta mal amada e vazia e sozinha pela estupidez dos pais e pela insensibilidade dos avós. Até que eu viva vou ao fim do mundo para a proteger e ajudar a crescer!
Só que neste momento não consigo poupa-la da dor, do vazio da minha ausência. A frieza e a sede de vingança dos pais só a está a maltratar e a causar danos irreversíveis e por isso procurei outra advogada para tentar encontrar uma janela, uma brecha que seja para a poder ter ao pé de mim e poder ama-la como ela merece e como tem de ser. Passei uma procuração forense para a advogada ir junto da comissão de proteção de menores averiguar o estado do processo e ver se há hipótese de pedir a guarda dela para mim. Ainda aguardo por noticias, e mesmo sabendo que demora até chegarem a uma conclusão dói.
Sinto que quanto mais a espera mais danos, mais mágoas vao sendo criadas naquela cabecinha frágil. E dói tanto estar longe e ter sido privada de falar com a minha menina pela frieza dos pais. Eu, de tão desesperada e numa tentativa de amolecer o coração do meu irmão e alertá-lo para o perigo e para a maldade que estava a fazer à própria filha mas... foi em vão. Para ele a má fui eu, para ele a miúda está optima, é feliz e os pais são a melhor coisinha da vida dela. Mentiras! Porque eu e todos da familia que convivem de perto com a menina e com os pais sabe o que sempre se passou e a própria comissão concluiu que aquilo é uma familia desmembrada e instável.
Mas eu, eu é que fui a cabra porque fiz o melhor para salvaguardar a minha menina que ninguém ouve nem ninguém se importa com o que lhe vai na alma, que só por ter 5 anos não tem opinião própria e deve ser calada e reprimida à força! Os pais chegaram ao limite de dizerem à miuda que eu não gostava dela porque não os tinha convidado para o meu casamento e que eu nunca mais a veria até ela atingir a maioridade... Meu Deus, quanta maldade!
E a minha menina... tão frágil mas tão crescida e cheia de bravura já a fazer uma ginástica cerebral e dizer que o pai é um mentiroso.
Os pais proibiram-na de falar comigo, proibiram os meus pais de deixar a miuda telefonar-me e claro, eles tiveram que acatar a ordem com o risco de a deixarem-na de a ver também.
E passei estes meses angustiada, a sofrer, à procura de meios e respostas para me chegar perto dela, de lhe poder dizer que a amo muito e que jamais me esqueço dela e que estou a lutar todos os dias pelo nosso amor. Até que ontem, sem querer, liguei para casa dos meus pais e quem atendeu foi ela. As lágrimas escorreram-me e disse-lhe um "olá" que quase dava para ouvir na china! Os meus pais deixaram que a miuda atendesse mas com o aviso de que não podia contar a ninguem que estava a falar comigo, muito menos os pais.
Estive 1h ao telefone com ela, a ouvi-la rir, contar as novidades da escolinha, do "namorado" que desde os 3 anos é o mesmo :) , ouvi as queixas dela até o seu pranto ouvi porque fartou-se de xorar a dizer que tem saudades minhas, que quer vir para minha casa, que o pai não a deixa falar sobre mim e que a mãe lhe bate sempre que ela teima em falar comigo. O meu coração ficou mais apertadinho, com mais certezas de que ela me ama e jamais se esquece de mim, que tenho de ter cada vez mais força para lutar por nós as 2. Ela falou-me do aniversário que se aproxima, em Agosto, e que quer que lhe faça o bolo da cinderela e que quer vir festejar na minha casa... Doeu tanto, tanto mas tanto!
Fi-la prometer que não ia contar aos pais que tinha falado comigo mas eu, que a ensinei a dizer sempre a verdade, ter que ensiná-la a mentir e a esconder coisas ainda mais me dói a alma.
Mas ela entende, de uma forma dolorosa e quase má e, incompreensivelmente, compreende que mentir é a unica maneira de ela poder continuar a telefonar-me sempre que está em casa dos meus pais (o que acontece só aos sábados). Não sei se ela irá aguentar a pressão e provavelmente irá descair-se toda um dia destes mas eu não baixar os braços, amanhã irei ligar à minha advogada a contar as novidades que consegui comunicar com ela e que ela me voltou a fazer queixas das reprimendas do pai por ter saudades minhas e de a p*** da mãe lhe bater com quanta frieza e maldade aquela alma tem.
Eu vou à luta, porque a minha bebe precisa de mim, porque ela deu-me a luz e o estimulo para continuar, porque ela me ama e o nosso amor é de mãe e filha e que apesar de ela não ter saido de dentro de mim eu pari-a com a alma, ela é um pedaço da minha alma e eu sou um pedaço da dela, porque isto só se explica com vidas passadas mas que é um amor bonito de se ver!
Vou até ao fim do mundo, até às ultimas consequências para a ter perto de mim. Porque eu amo-a e o amor condicional assim aguenta tudo e move tudo.
No balanço destes 4 anos de namoro e a vivermos juntos com um filho aprendemos tanto, vivemos tanto e tivemos de crescer com muita dor porque, no fundo, começamos uma relação como dois miúdos e de repente veio logo um bebé e houve muita mudança junta que nos afastou e aproximou vezes sem conta. O amor, o carinho e o companheirismo falaram sempre mais alto do que as brigas e as desilusões. Porque o amor também é isto, errarmos juntos e aprendermos a perdoar! O balanço é positivo q.b.
Só espero que continue assim por muitos anos da nossa vida, se assim Deus quiser e nós deixarmos!
Ainda falta dar o passo mais importante da minha existência: amar-me e cuidar de mim. E isso passa por me alimentar como deve ser, perder peso por saúde e tornar-me mais saudável. E não o tenho feito... Tenho manipulado a minha vida toda, tenho sido tão branda comigo e continuo a descontar na comida toda a frustração e toda a dor que a vida vai-me proporcionando. A convicção de que tenho que mudar, urgentemente, está cá e... mexer-me? Não, tem sido mais fácil mergulhar na imundice das atitudes erradas e com isto vou engordando mais, vou-me matando mais aos poucos e vou-me frustrando pela vida fora... Deixei de culpar terceiros, de deitar as culpas nas atitudes dos outros, porque afinal a culpa é só minha! Sou eu que não mudo, sou eu que prefiro viver na inércia e mergulhar os meus problemas na comida, porque é mais fácil sobreviver do que lutar pela vida.
Parva.
Mas ainda assim não perdi a esperança de lutar por mim, de procurar o meu amor próprio e salvar-me!
E isto tudo agravou-se desde o momento em que tive de tomar uma decisão dificil à 2 meses, acerca da minha sobrinha, do amor da minha vida! Ter de fazer queixa a uma comissão de proteção de menores sabendo as consequencias que isso implica a nivel familiar e pessoal não foi fácil, mas fi-lo por amor a ela, fi-lo na certeza de a estar a proteger e a salvar de uma vida triste e revoltada como a minha. Já disse aqui antes (e se não disse digo agora) que não vou permitir que a minha menina, que ajudei a criar e a incutir bons valores, viva de uma maneira desnorteada, como eu vivi, que se sinta mal amada e vazia e sozinha pela estupidez dos pais e pela insensibilidade dos avós. Até que eu viva vou ao fim do mundo para a proteger e ajudar a crescer!
Só que neste momento não consigo poupa-la da dor, do vazio da minha ausência. A frieza e a sede de vingança dos pais só a está a maltratar e a causar danos irreversíveis e por isso procurei outra advogada para tentar encontrar uma janela, uma brecha que seja para a poder ter ao pé de mim e poder ama-la como ela merece e como tem de ser. Passei uma procuração forense para a advogada ir junto da comissão de proteção de menores averiguar o estado do processo e ver se há hipótese de pedir a guarda dela para mim. Ainda aguardo por noticias, e mesmo sabendo que demora até chegarem a uma conclusão dói.
Sinto que quanto mais a espera mais danos, mais mágoas vao sendo criadas naquela cabecinha frágil. E dói tanto estar longe e ter sido privada de falar com a minha menina pela frieza dos pais. Eu, de tão desesperada e numa tentativa de amolecer o coração do meu irmão e alertá-lo para o perigo e para a maldade que estava a fazer à própria filha mas... foi em vão. Para ele a má fui eu, para ele a miúda está optima, é feliz e os pais são a melhor coisinha da vida dela. Mentiras! Porque eu e todos da familia que convivem de perto com a menina e com os pais sabe o que sempre se passou e a própria comissão concluiu que aquilo é uma familia desmembrada e instável.
Mas eu, eu é que fui a cabra porque fiz o melhor para salvaguardar a minha menina que ninguém ouve nem ninguém se importa com o que lhe vai na alma, que só por ter 5 anos não tem opinião própria e deve ser calada e reprimida à força! Os pais chegaram ao limite de dizerem à miuda que eu não gostava dela porque não os tinha convidado para o meu casamento e que eu nunca mais a veria até ela atingir a maioridade... Meu Deus, quanta maldade!
E a minha menina... tão frágil mas tão crescida e cheia de bravura já a fazer uma ginástica cerebral e dizer que o pai é um mentiroso.
Os pais proibiram-na de falar comigo, proibiram os meus pais de deixar a miuda telefonar-me e claro, eles tiveram que acatar a ordem com o risco de a deixarem-na de a ver também.
E passei estes meses angustiada, a sofrer, à procura de meios e respostas para me chegar perto dela, de lhe poder dizer que a amo muito e que jamais me esqueço dela e que estou a lutar todos os dias pelo nosso amor. Até que ontem, sem querer, liguei para casa dos meus pais e quem atendeu foi ela. As lágrimas escorreram-me e disse-lhe um "olá" que quase dava para ouvir na china! Os meus pais deixaram que a miuda atendesse mas com o aviso de que não podia contar a ninguem que estava a falar comigo, muito menos os pais.
Estive 1h ao telefone com ela, a ouvi-la rir, contar as novidades da escolinha, do "namorado" que desde os 3 anos é o mesmo :) , ouvi as queixas dela até o seu pranto ouvi porque fartou-se de xorar a dizer que tem saudades minhas, que quer vir para minha casa, que o pai não a deixa falar sobre mim e que a mãe lhe bate sempre que ela teima em falar comigo. O meu coração ficou mais apertadinho, com mais certezas de que ela me ama e jamais se esquece de mim, que tenho de ter cada vez mais força para lutar por nós as 2. Ela falou-me do aniversário que se aproxima, em Agosto, e que quer que lhe faça o bolo da cinderela e que quer vir festejar na minha casa... Doeu tanto, tanto mas tanto!
Fi-la prometer que não ia contar aos pais que tinha falado comigo mas eu, que a ensinei a dizer sempre a verdade, ter que ensiná-la a mentir e a esconder coisas ainda mais me dói a alma.
Mas ela entende, de uma forma dolorosa e quase má e, incompreensivelmente, compreende que mentir é a unica maneira de ela poder continuar a telefonar-me sempre que está em casa dos meus pais (o que acontece só aos sábados). Não sei se ela irá aguentar a pressão e provavelmente irá descair-se toda um dia destes mas eu não baixar os braços, amanhã irei ligar à minha advogada a contar as novidades que consegui comunicar com ela e que ela me voltou a fazer queixas das reprimendas do pai por ter saudades minhas e de a p*** da mãe lhe bater com quanta frieza e maldade aquela alma tem.
Eu vou à luta, porque a minha bebe precisa de mim, porque ela deu-me a luz e o estimulo para continuar, porque ela me ama e o nosso amor é de mãe e filha e que apesar de ela não ter saido de dentro de mim eu pari-a com a alma, ela é um pedaço da minha alma e eu sou um pedaço da dela, porque isto só se explica com vidas passadas mas que é um amor bonito de se ver!
Vou até ao fim do mundo, até às ultimas consequências para a ter perto de mim. Porque eu amo-a e o amor condicional assim aguenta tudo e move tudo.
4 de junho de 2012
pessimamente mal
As coisas tem andado pessimas... Tem sido dias, semanas, horas de muito stress, muita angustia, muita dor e raiva incluido! Ainda sobre o caso da minha sobrinha e do facto de ter feito queixa dos pais dela à comissão de proteçao de menores, o processo tem tido desenvolvimento porque os avós (meus pais) já foram chamados para serem interrogados e darem o parecer da situaçao mas a miúda está proibida de comunicar comigo até pelo telefone, por parte dos pais. Já fiz saber isso à comissao inclusive que o pai dela meteu na cabeça da miuda que eu não convidei os pais para o meu casamento porque, segundo eles, não gosto dela...
Desde esse dia que ando completamente descompensada do cerebro, só xoro, até em suicidio penso muitas vezes para pôr termo à minha dor. Acabo por me conter e não fazer nada porque eu sei que o suicidio não é soluçao, não é caminho, mas não é facil ver o que estao a fazer à minha princesa que criei desde que nasceu como se fosse minha filha.
Aliás, a relaçao que ela deveria ter estabelecido com a mãe estabeleceu-a comigo! A modos que vivo à espera que a comissão consiga pelo menos fazer com que eu volte a estabelecer contato com a miuda. Até agora estou a deixar que o processo siga os seus passos normais até ao dia em que eu veja que estão a empatar e a não fazer nada e ter de entrar na justiça com um pedido de guarda.Mas enquanto há algo a ser feito não convém mexer em mais nada e esperar.
Mas a espera magoa, causa danos que não sei se serão reversiveis, tenho medo que ela acredite na mentira e que se esqueça do meu amor,do nosso amor cumplice e puro!
Chego ao ponto de perguntar "Onde está Deus?" porque é tão injusto ter feito o que está correto e levar com a injustiça por tabela. Eu esperava tudo daquela besta que se diz meu irmão mas... tentar manipular os sentimentos da filha contra mim isso é nojento demais!
A modos que estou assim, meio dormente e num estado de sofrimento caótico...
Como se isto fosse pouco, e a 1 mês e pouco de casar, estou a viver uma crise profunda na minha relação. Primeiro porque comecei a despertar para coisas importantes da minha vida e comecei a caminhar pelo meu próprio pé e enquanto o meu namorado vive na inércia eu caminho na direção de algo maior com a ambição de crescer interiormente. E isso deixa um fosso entre nós.
Já falei com ele sobre isso várias vezes, já expliquei o meu ponto de vista, já lhe disse o que poderia ele fazer para melhorar porque eu sei que ele no fundo também não se sente feliz por viver assim! Mas o caminho só pode ser feito por ele e não por mim...
Ora discutimos, ora ignoramo-nos um ao outro, e passamos a vida nisto... Casar para quê mesmo? Não sei...
Já conversei tanto com ele sobre isto, sobre o que me inquieta e nada resulta as coisas mantém-se na mesma ele não se esforça para nada. Nem mesmo nas tarefas domesticas, ele sabe perfeitamente a vida que tenho agora por causa dos testes na escola e da aproximação dos exames mas mesmo assim não muda, não amolece aquele coração frio.
E o pior é que não posso desabafar com ninguém sobre isto nem mesmo com a minha própria mãe porque para ela ele é perfeito, eu é que sou o demónio que lhe faz a vida num inferno e ele é o coitadinho porque tem de me aturar... e sinto-me frustrada porque sinto tanto pra explodir cá dentro!
Sinto-me magoada por pequenas grandes coisas e por mais que te te falar sobre elas não vale a pena, ninguem me ouve...
Desde esse dia que ando completamente descompensada do cerebro, só xoro, até em suicidio penso muitas vezes para pôr termo à minha dor. Acabo por me conter e não fazer nada porque eu sei que o suicidio não é soluçao, não é caminho, mas não é facil ver o que estao a fazer à minha princesa que criei desde que nasceu como se fosse minha filha.
Aliás, a relaçao que ela deveria ter estabelecido com a mãe estabeleceu-a comigo! A modos que vivo à espera que a comissão consiga pelo menos fazer com que eu volte a estabelecer contato com a miuda. Até agora estou a deixar que o processo siga os seus passos normais até ao dia em que eu veja que estão a empatar e a não fazer nada e ter de entrar na justiça com um pedido de guarda.Mas enquanto há algo a ser feito não convém mexer em mais nada e esperar.
Mas a espera magoa, causa danos que não sei se serão reversiveis, tenho medo que ela acredite na mentira e que se esqueça do meu amor,do nosso amor cumplice e puro!
Chego ao ponto de perguntar "Onde está Deus?" porque é tão injusto ter feito o que está correto e levar com a injustiça por tabela. Eu esperava tudo daquela besta que se diz meu irmão mas... tentar manipular os sentimentos da filha contra mim isso é nojento demais!
A modos que estou assim, meio dormente e num estado de sofrimento caótico...
Como se isto fosse pouco, e a 1 mês e pouco de casar, estou a viver uma crise profunda na minha relação. Primeiro porque comecei a despertar para coisas importantes da minha vida e comecei a caminhar pelo meu próprio pé e enquanto o meu namorado vive na inércia eu caminho na direção de algo maior com a ambição de crescer interiormente. E isso deixa um fosso entre nós.
Já falei com ele sobre isso várias vezes, já expliquei o meu ponto de vista, já lhe disse o que poderia ele fazer para melhorar porque eu sei que ele no fundo também não se sente feliz por viver assim! Mas o caminho só pode ser feito por ele e não por mim...
Ora discutimos, ora ignoramo-nos um ao outro, e passamos a vida nisto... Casar para quê mesmo? Não sei...
Já conversei tanto com ele sobre isto, sobre o que me inquieta e nada resulta as coisas mantém-se na mesma ele não se esforça para nada. Nem mesmo nas tarefas domesticas, ele sabe perfeitamente a vida que tenho agora por causa dos testes na escola e da aproximação dos exames mas mesmo assim não muda, não amolece aquele coração frio.
E o pior é que não posso desabafar com ninguém sobre isto nem mesmo com a minha própria mãe porque para ela ele é perfeito, eu é que sou o demónio que lhe faz a vida num inferno e ele é o coitadinho porque tem de me aturar... e sinto-me frustrada porque sinto tanto pra explodir cá dentro!
Sinto-me magoada por pequenas grandes coisas e por mais que te te falar sobre elas não vale a pena, ninguem me ouve...
Subscrever:
Mensagens (Atom)